
Tags: carne, efeito, estufa, gado, gases, gás, leite, manejo, metano, nutrição, Mais...pecuária, sustentabilidade
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Permalink Responder até fabiola freiore da silva em 6 setembro 2011 at 16:28
Com inovação da tecnologia, hoje podemos utilizar o biodigestor, além de diminuir o efeito estufa gera energia, favorecendo o proprietario gerando renda este assunto é uns dos mais discutidos em seminários.
Permalink Responder até Luiz Gustavo Ribeiro Pereira em 8 setembro 2011 at 8:25
Oi Fabiola, bem lembrado! Os biodigestores são importantes sim e somado as outras tecnologias disponíveis contribuem para a sustentabilidade da pecuária.
Permalink Responder até Grace Barbosa dos Santos em 6 dezembro 2011 at 20:29
De fato, a mídia vêm distorcendo o que realmente acontece com relação à emissão de gases de efeito estufa e apontando a pecuária como sendo a principal responsável pelos danos gerados com o intuito de camuflar seus reais interesses. Daí a importância de discussões como estas, para que os argumentos infundados utilizados para manipular as opiniões venham a ser derrubados e a sociedade venha a tomar conhecimento destas pesquisas que demonstram que o os bovinos contribuem bem menos para o aquecimento global do que as milhares de indústrias existentes (os comerciais de refrigerante/cerveja são uns dos mais divulgados e ninguém deixa claro que a produção desse tipo de bebida contribui com a emissão de GEE além de não possuir valor nutricional algum e acarretarem sérios danos a saúde). O leite é uma bebida preciosa e assim como para tudo na vida existe uma moeda de troca, temos que pagar pelo resultado da sua produção, mas em contrapartida estudos vêm sendo realizados visando à obtenção de métodos para minimizar estes efeitos, os quais atualmente vêm sendo apresentados com lentes de aumento.
Permalink Responder até Flaviane Pereira da Silva em 7 dezembro 2011 at 21:45
Muito intessante esse artigo
Acredito que se nos aprofundarmos mais na pesquisa das dietas de ruminantes, afim de garantir condições bem favoráveis ao crescimento microbiano no rúmen, compreender melhor o funcionamento da microbiota ruminal, balanceando a absorção de nutrientes, podemos com o tempo fazer com que se diminua a emissão de metano pelos animais.
Permalink Responder até Percivaldo Xavier Resende em 16 dezembro 2011 at 12:40
Algumas alternativas podem serem adotadas no intuito de reduzir a emissão de gases metano na pecuária, embora a mídia venha superestimando esse valor de uma forma errônea, ainda sim podemos buscar formas de minimizar ainda mais a emissão, como por exemplo o uso de aditivos na dieta, manejo de dejetos no intuito de produção de biogás, mudanças no uso da terra no intuito de aumentar o sequestro de carbono no solo, , são alguns manejos que podem ser adotados...
Permalink Responder até Luiz Gustavo Ribeiro Pereira em 17 dezembro 2011 at 10:39
Empresa Privada Brasileira, atendendo a demanda do mercado por produtos sustentáveis, lançou em 2011, embalagem de leite UHT contendo informações relacionadas à pegada de Carbono. Oque já é uma prática comum na Europa.
Será que esta é uma tendência inevitável ou apenas uma atitude pontual passageira?
Permalink Responder até pedro cunha em 18 dezembro 2011 at 5:19
as pessoas falam muito sobre este asunto muitos amigos meus ja pararam de comer carne por isso. ja tentei mudar este pensamento deles , mas eles falam que boi hoje em dia nao pasta mais. Eu muito leigo neste assunto pergunto o animal que tem como maior fonte nutricional o concentrado como animais de pista.quanto de co2 a materia prima do concentrado puxa ao fazer a fotosintese?e quanto o volumoso (pastagem sem usar silvipastoril )puxa ? e no final qual é mais ecologico?
Permalink Responder até Luiz Gustavo Ribeiro Pereira em 18 dezembro 2011 at 10:46
Caro Pedro,
Acredito que é possível produzir de forma sustentável em ambos os tipos de sistemas de produção. A pastagem é sem dúvida uma opção para o sequestro de carbono e o confinamento, se bem conduzido, pode ser uma estratégia para emitir menos metano por kg de produto gerado (carne e leite).
Nas discussões deste fórum temos disponibilizado e recebido argumentos convincentes de embate as críticas infundadas que a mídia tem disponibilizado à população.
Destaco os seguintes pontos:
- As emissões entéricas representam menos de 4% do total de gases de efeito estufa de origem antrópica (atividade humana);
- O leite e a carne são alimentos de alta densidade nutricional. Fundamentais para o desenvolvimento e crescimento da população mundial;
- A alimentação dos ruminantes baseada em alimentos fibrosos faz com que estes não necessitem de alimentos que poderiam estar sendo utilizados pelos humanos (ex: milho e soja).
Espero que estes pontos possam te auxiliar nas discussões de convencimento com seus amigos.
Atenciosamente,
Luiz Gustavo
Permalink Responder até jamile Maiara da Silva Santos em 18 dezembro 2011 at 13:50
A sociedade precisa focar em soluções efetivas para combater o problema do efeito estufa. Culpar os animais não irá resolver o problema... Culpados pelo efeito estufa somos todos, vamos assumir nossas responsabilidades e buscar uma saída para o planeta!
Permalink Responder até Luiz Gustavo Ribeiro Pereira em 6 janeiro 2012 at 15:28
As insituições brasileiras de pesquisa têm se esforçado para dar respostas a estas demanas desenvolvendo projetos de pesquisa sobre impactos da pecuária no meio ambiente.
Clique para acessar o link do projeto RumenGases no livro verde da ...
Clique para acessar o link do projeto PECUS no livro verde da FIL-IDF
Permalink Responder até Luiz Gustavo Ribeiro Pereira em 6 janeiro 2012 at 15:33
Na publicação da Embrapa Gado de Leite é possível encontrar informações relacionadas a emissão de metano entérico na pecuária.
Clique para o download da publicação sobre Emissão de Metano na Pec...
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